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Amor é questão de sorte ou de estratégia?

21 de Agosto de 2013 | Mais Conteúdo

Amor é questão de sorte ou de estratégia?

E se você descobrisse que encontrar um relacionamento perfeito não depende de sorte ou de destino e, sim, de uma combinação benfeita da sua personalidade com a de seu parceiro? Pois pode comemorar. De acordo com a neurociência, é possível explicar porque alguns relacionamentos dão tão certo e outros simplesmente não funcionam. E melhor, existe, sim, uma fórmula cientificamente testada e comprovada de se construir um relacionamento de sucesso.

Gostou? Pois é. Mas não é tão simples assim. Antes de mais nada, é preciso parar tudo e conhecer um pouco melhor si mesmo(a), sua maneira de agir e a do(a) seu(sua) namorado(a) também.

De acordo com os neurocientistas Amir Levine e Rachel Heller, da Universidade de Columbia, e autores do Apegadoslivro Apegados(lançado no Brasil pela Editora Novo Conceito), todos os relacionamentos são baseados na teoria do apego, que afirma que cada pessoa se encaixa dentro de uma linha de comportamento padrão. A teoria diz ainda que existem trêsestilos de apego” principais, ou maneiras como as pessoas percebem e reagem à intimidade em relacionamentos: o seguro, oansioso e o evitante.

Os “seguros” sentem-se à vontade com a intimidade e são usualmente calorosos e amorosos. Estes são aqueles que se garantem e levam o namoro ou casamento numa boa.

Pessoas “ansiosas” desejam intimidade, ficam com frequência preocupadas com os seus relacionamentos e tendem a se perguntar sobre a capacidade de seu(sua) parceiro(a) de amá-las. Em outras palavras, estes são aqueles inseguros, que ligam de 10 em 10 minutos para dizer que amam e ficam o dia inteiro infelizes e preocupados se a pessoa não disser que também os ama com o mesmo entusiasmo que eles imaginavam…

Já as pessoas “evitantes” associam ao relacionamento amoroso a perda de sua independência e, por isso, acabam minimizando a proximidade. Este perfil se encaixa como uma luva naqueles caras (quase sempre são homens) que fogem de compromisso “como o Diabo foge da cruz”, não ligam no dia seguinte e preferem morrer a admitir que estão apaixonados.

De acordo com o livro, todas as pessoas entram em uma dessas categorias ou, em alguns casos mais raros, numa combinação de “ansiosos” com “evitantes”. Pouco mais de 50% são “seguras”; por volta de 20% são “ansiosas” e 25% são “evitantes”. As restantes, 3% a 5%, caem nesta quarta categoria.

De acordo com uma longa pesquisa realizada pelos autores, que deu origem à produção de centenas de trabalhos científicos e dezenas de livros, constatou-se que estes modelos básicos de comportamento se repetem com todas as pessoas, mesmo vivendo em países e culturas diferentes.

Sendo assim, a grande revelação do livro é que, compreendendo os estilos de apego de cada pessoa, é possível prever como ela vai se comportar em uma situação romântica. Ou seja, o ser humano está programado para agir de uma maneira predeterminada, e quem conhecer esses caminhos previsíveis tem tudo para construir um relacionamento bem-sucedido.

E você, lendo a matéria, conseguiu identificar qual é seu estilo de apego? E o da sua cara-metade? Faça o teste e descubra agora mesmo!!

Sobre os autores

Amir Levine é psiquiatra de adultos, crianças e adolescentes e neurocientista. Ele se formou no programa de residência do New York Presbyterian Hospital/Universidade de Columbia, onde, atualmente, é diretor de pesquisas em um projeto patrocinado pelo NationalInstitutesof Health. O Dr. Levine mantém um consultório particular na cidade de Nova York, onde mora.

Rachel S. F. Heller é mestre em psicologia socio-organizacional pela Universidade de Columbia. Trabalhou como consultora para corporações em várias empresas de consultoria gerencial. Vive com o marido e três filhos em São Francisco.

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