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Entrevista com Marina Carvalho sobre seu mais novo romance: Azul da Cor do Mar

21 de Fevereiro de 2014 | Autores

Marina Carvalho começou a ler aos seis e a escrever com 11 anos de idade. Passar as ideias para o papel foi a forma que encontrou de extravasar os pensamentos. Para ela, a leitura proporciona as pessoas a viajar para vários mundos e épocas diferentes.

Não é à toa que Marina é autora de Simplesmente Ana. Um romance em que a personagem de Belo Horizonte, assim como a própria autora, se dá conta que sua vida está prestes a virar de cabeça para baixo quando descobre que é uma princesa de um reino chamado Krósvia.

Marina é uma escritora que se entretém com qualquer tipo de leitura, seja do suspense ao chick-lit, a autora diz que sua lista de autores e livros favoritos é imensa.

Jornalista por formação, Marina chegou às livrarias do país em fevereiro com mais uma história surpreendente.

Azul da Cor do Mar é o segundo romance da autora e, assim como em Simplesmente Ana, Rafa também descobrirá que os contos de fadas podem se tornar realidade, mas de uma maneira mais brusca do que pensava.

Rafa está no último ano do curso de jornalismo e seus sonhos se tornam realidade quando é aceita no estágio de jornalismo no jornal mais conceituado de Belo Horizonte. O que nunca imaginava era que seu chefe podia ser – além de l.i.n.d.o – o cara mais chato que pudesse encontrar no mundo.  E também existe um tal de garoto dos olhos azuis que insiste em não sair dos sonhos de Rafa. 

Azul da Cor do Mar é uma história engraçada e romântica que irá entreter qualquer leitor. Uma história sobre verão, praia e... Só perguntando para a autora o que mais ela pensou para escrever uma história tão incrível. Segue uma breve entrevista com Marina Carvalho. 

Como foi começar a escrever Azul da Cor do Mar? A passagem entre deixar para trás Simplesmente Ana e começar uma história totalmente nova?

Comecei a escrever Azul da Cor do Mar muito motivada, afinal, eu havia acabado de receber o parecer positivo da Novo Conceito quanto à publicação de Simplesmente Ana. E foi incrível deixar para trás os personagens da minha primeira história e me dedicar a um mundo novo, mais verossímil e próximo da realidade de muitas pessoas, da minha inclusive, que cursei Jornalismo na universidade e vivi, pelo menos um pouco, um tantinho da prática do profissional de imprensa.

Pensar em uma história nova por obrigação é difícil, outros dizem que a mente dá aquele clique especial e já começam a escrever. Como surgiu a história de Azul da Cor do Mar? Foi mais difícil ou fácil que Simplesmente Ana?

Azul da Cor do Mar nasceu de um clique. Eu estava aplicando uma atividade em sala de aula, caminhando entre as carteiras, e vi uma mochila xadrez de uma das alunas. De repente, imaginei a premissa e coloquei no papel a ideia para não perdê-la. Quando cheguei em casa, rascunhei os principais pontos e mandei ver no texto. Levei seis meses para concluí-lo, mais que o tempo gasto com Simplesmente Ana, mas muito devido à vida corrida que levo (escola, casa, marido, filhos – ufa!). No entanto, achei o processo de escrita mais fácil do que o primeiro. Isso porque planejei minuciosamente a história e segui quase à risca meu plano original.

Alguns autores dizem que é necessário algumas horas por dia para se dedicar somente a escrita. Você concorda? Quantas horas por dia deixa só para escrever? Dedica algum tempo especial para à leitura?

Eu concordo totalmente com isso. O trabalho de escritor é como qualquer outro. Para ficar bom, dar certo, exige dedicação, profissionalismo, disciplina. Eu reservo minhas tardes para escrever, o que significa uma quatro horas de escrita por dia. Quanto à leitura, como sou uma viciada assumida, raramente durmo sem ler um pouco. O grande problema é ficar no “pouco”. Afinal, quando gosto muito de uma história, costumo virar a madrugada lendo. (risos)

Autores são praticamente seres que vivem no mundo real e ao mesmo tempo naquele mundo imaginário só deles. Mas várias histórias interessantes devem pipocar na mente de vocês. O que você faz quando sente que outra história está surgindo no meio daquela que você já está escrevendo? 

Minha mente é hiperativa. Sempre foi. Não sei colocá-la em stand by. Por isso acontece de uma história surgir enquanto escrevo outra. É uma ocorrência normal para mim. Então eu abro um caderno, escrevo nele tudo o que me vem à cabeça, depois ponho a ideia para descansar. Caso surjam novos detalhes, vou acrescentando aleatoriamente, até poder me dedicar totalmente à história.

Assim como devem surgir várias histórias legais de uma vez só, os autores muitas vezes também sofrem da famosa “página branca do Word”. O que faz para a inspiração voltar a fluir?

Quando dá branco, ouço música. Mas tem que ser com fone de ouvido, num volume absurdamente alto. Fecho os olhos e coloco minha mente para trabalhar. É batata! De repente as ideias voltam a fluir. (risos)

Você sempre diz que é uma escritora que gosta de ler vários gêneros, desde aqueles que você mesma escreve como os clássicos e policiais. Pensa em sair só da leitura e começar a escrever algo diferente do chick-lit... Talvez um suspense?

Antes eu achava que não, que seria eternamente uma escritora de chick-lit. Agora, não. Quero experimentar novos gêneros. Aliás, já estou fazendo isso. Tenho me dedicado à difícil tarefa de escrever um livro new adult, cuja história envolve um pouco de mistério, muito drama e um romance bastante temperado. Vamos ver se dá certo.

Para finalizar, diz pra gente: Conhece algum Bernardo de Azul da Cor do Mar na vida real?

Claro! O meu marido! (risos) Ele só não tem olhos azuis, mas já fomos muitas vezes a Iriri – ES. Além disso, estamos juntos, entre namoro e casamento, há quase 15 anos. Então, obviamente, ele é meu Bernardo, meu Alex e por aí vai.

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