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Eu gosto do Nicholas Sparks e não tenho vergonha de admitir

05 de Junho de 2014 | Marina Carvalho

Atire a primeira pedra quem nunca leu um único livro do Nicholas Sparks. Se não foi por amar o autor, pelo menos por curiosidade, já que talvez ele seja hoje um dos campeões de vendas pelo mundo afora.

Eu mesma não só li, como tenho cinco obras dele. Comecei com A última música - que me fez chorar muito -, depois tentei terminar Querido John, mas achei-o chato demais. Em seguida, foi a vez de O milagre, do qual gostei bastante, e então li Diário de uma paixão - bem razoável -, e agora finalizei a leitura de Um homem de sorte. Só para fechar meu raciocínio, nem tentei me dar bem com Um amor para recordar - triste demais - e ignorei Noites de tormenta.

Tudo isso porque a minha relação com Nicholas Sparks é assim: não amo tudo que ele escreve, mas aprecio boa parte de suas obras.

Então, escolhi para a coluna desta semana falar sobre Um homem de sorte. Embora o personagem principal seja o ex-fuzileiro do exército americano, Logan Thibault, a história apresenta três pontos de vista, ou melhor dizendo, três focos: o próprio Thibault, Beth e Keith Clayton.

Quando ainda servia as forças armadas do seu país, lá no Iraque, Thibault encontrou uma foto nas areias do deserto. Nela havia uma mulher  entre dois rapazes em frente ao que parecia ser uma feira local, de uma cidadezinha qualquer. Ele tentou encontrar o dono da foto, mas, sem sucesso, acabou ficando com ela. 

Desde então, mesmo enfrentando os horrores da guerra, Thibault parecia estar sempre acima das tragédias. Os amigos foram morrendo um a um, mas ele ficava bem. Segundo Victor, seu melhor amigo, a foto era como um amuleto da sorte, protegendo Thibault de todos os perigos.

Assim que voltou aos Estados Unidos, Thibault resolveu procurar a moça da foto e literalmente andou à procura dela, caminhando pelo país baseado nas pistas que encontrou. A busca durou cinco meses, até que ele chegou a Hampton. Lá ele não só conheceu Beth, como teve o azar de se colocar no caminho do policial Keith Clayton.

Thibault se empregou no canil de Nana, avó de Beth, o que foi essencial para a aproximação dos dois. À medida que os dois ficavam mais íntimos, Thibault percebia que seu destino queria lhe dizer algo, mas ele não conseguia enxergar exatamente o quê. 

Bem, a história é muito mais que isso. Existem detalhes que não podem ser revelados numa resenha; outros são complexos demais para que eu possa destrinchá-los aqui. O importante é que o livro é bom e me surpreendeu a cada capítulo, criando uma aura de mistério e fomentando a curiosidade do leitor.

A versão para o cinema também me agradou. Claro que o filme não chega a ser um primor, até porque o Zac Efron deixa muito a desejar no quesito interpretação – mas quem liga pra isso, né?  –, embora seja um bom entretenimento despretensioso. 

Espero que tenham gostado da minha opinião. Quis fazer isso porque nem sempre histórias mais profundas dão conta de aliviar nossas pressões diárias como um bom romance do tio Nicholas.

A gente se fala na semana que vem. Abraços!

1 pessoa comentou

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Tony Ferr

Tony Ferr - 05 de Junho de 2014 às 17:27

Ótima coluna Marina!! Muito boa, realmente eu amo os livros do Nicholas, mas nem todos, ou melhor, O Melhor de mim, não me agradou, os outros nossa como sempre são ótimos! Mais uma romântica.

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