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Das páginas para as telas

27 de Março de 2014 | Marina Carvalho

Discussão de sala de aula: “Marina, você gosta das adaptações para o cinema de livros que ama?”

 Minha resposta de sempre: “Depende.”

Não guardo segredo sobre isto: amo filmes, especialmente aqueles que contêm uma trama envolvente, ou mesmo despretensiosa, mas, sobretudo, adoro aquelas histórias que me transportam para outra dimensão e relegam a realidade a um plano inferior, pelo menos por duas horinhas.

 Pena que moro numa cidade sem cinema :/. Então, ou me desloco até Viçosa ou BH, ou espero pacientemente que o filme chegue às locadoras. Quase sempre a espera vale a pena. Quase sempre. Porque, em se tratando de adaptações, tenho algumas ressalvas.

 Afinal, comigo já aconteceu de um tudo:

 1.A adaptação acabou com a história original: “Avalon High”, Meg Cabot.

2.O roteiro foi respeitado quase ao pé da letra: “Diário de uma paixão”: Nicholas Sparks.

3.O filme superou o livro: NUNCA!

Parece que virou moda os estúdios de Hollywood usarem enredos literários como adaptações para as telonas. De uns tempos para cá, a prática ficou tão comum que, quando compro um livro, logo me pergunto se ele também vai virar filme. Normalmente, sim. Já ouvi comentários que os roteiros originais por lá não andam decolando muito.

Não sei se isso é bom ou ruim, mas, pelo menos, há algo definitivamente muito positivo: significa que as pessoas estão lendo cada vez mais, o que motiva os estúdios a investirem nas obras dos escritores contemporâneos.

Pena que no Brasil essa realidade ainda esteja tão distante...

De qualquer forma, ainda que assistir às peripécias dos atores em cena dando “rosto” às imagens que construímos mentalmente ao longo da leitura seja uma delícia, nada supera o prazer de mergulhar nas páginas de um livro e permitir que a imaginação trabalhe a favor do prazer, da satisfação de sermos co-autores da história.

Ser leitor é melhor que ser expectador. Porque este apenas recebe a obra pronta, digerida. Em compensação, o primeiro tem o poder de transformar as palavras diante de si em algo único, subjetivo e pessoal.

E vocês, o que acham desse assunto? Costumam apreciar as adaptações? Que histórias gostariam de ver nas telonas?

Comente aqui!

Um forte abraço e até semana que vem!

2 pessoas comentaram

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Luciane Leite Soares

Luciane Leite Soares - 28 de Março de 2014 às 19:31

Sou apaixonada pela trilogia de filmes O Poderoso Chefão e pelos livros de Mario Puzo que inspiraram os filmes. Em minha modesta opinião, um raro acontecimento onde não sei dizer o que gostei mais.

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Luciane Leite Soares - 28 de Março de 2014 às 19:32

Não consegui editar ou terminar o comentário.

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