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Por que eu escrevo

06 de Agosto de 2014 | Graciela Mayrink

Meu livro novo já está chegando às livrarias e comecei a ouvir as mesmas perguntas de quando lancei Até eu te encontrar: de onde veio a ideia? Por que você escreve?

Costumo dizer que escrevo porque preciso tirar da cabeça todas as histórias, personagens e tramas que vivem dentro dela. Acredito que isso deva acontecer com vários escritores: temos uma imaginação muito fértil e nunca estamos sozinhos, vivemos rodeados de amigos que só nós conseguimos ver.

É o que acontece comigo, preciso colocar no papel o que está dentro da minha cabeça para não ficar doida (risos). A cada momento surge um novo personagem envolvido em uma nova história, uma situação em que ele precisa da minha ajuda e não hesita em me chamar, independente de onde eu estiver. A partir daí, as tramas começam a aparecer, minha mente dá início a algo que pode se transformar em um livro ou apenas na em uma cena do meu trabalho atual.

Preciso confessar, tenho sérios problemas em me concentrar em algumas atividades, e até em conversas longas e palestras sobre assuntos que não prendem a minha atenção de imediato. Minha mente começa a vagar, fico dispersa, pensando em várias outras coisas além do que está acontecendo ao meu redor. Costumo responder às perguntas que me são feitas e nem sei do que se tratam porque não escutei o que foi falado. Ou, então, tenho que pedir para a pessoa repetir o que me disse, ficando em maus lençóis, pois parece que não estava dando a mínima para a conversa. Mas é que a inspiração de um escritor não tem hora para chegar, ela simplesmente aparece. Não significa que não dou atenção ou importância para os outros, apenas que, naquele momento, meu mundo imaginário me chamou para avisar que tem ideias novas chegando.

Não quero ser repetitiva e ficar falando porque escrevi meus dois livros, de onde vieram as ideias, já falei sobre isso antes aqui (e em outros lugares). Mas é basicamente isso: escrever é uma necessidade para mim, algo que preciso fazer constantemente, como acordar, beber água, comer, dormir, respirar. E espero que seja assim com todos os outros escritores. Afinal, é sempre bom saber que não sou louca nem estou sozinha nesse mundo à parte em que costumo viajar de vez em quando.

Até a próxima semana!

1 pessoa comentou

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Paulo Cesar David

Paulo Cesar David - 11 de Agosto de 2014 às 10:22

Espero que você possa continuar respondendo essa pergunta por muitos e muitos anos , que venha sempre mais e mais livros a ser lançados e questionamentos sobre sua inspiração que seja longa e eterna

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