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De onde vem a inspiração?

01 de Abril de 2014 | Graciela Mayrink

De onde vem a inspiração para suas histórias? Esta é um das perguntas que mais escuto e, confesso, é difícil responder.

De onde vem a inspitação? Eu realmente não sei, juro. Ela vem de forma tão natural que parece que sempre fez parte da minha vida. Desde pequena que viajo na minha imaginação, crio histórias na minha cabeça, invento personagens, tramas, um mundo particular. Nunca tive um amigo imaginário porque minha irmã sempre esteve ao meu lado, mas a imaginação é algo que me acompanha desde que me entendo por gente.

Eu adoro imaginar pessoas, lugares, uma história para cada um e cada coisa. Basta olhar uma cena, seja de novela, de filme, de um livro ou até um quadro para vir uma ideia na minha cabeça, às vezes totalmente maluca, mas geralmente verossímil. Talvez seja daí que venha a inspiração.

Ou talvez ela tenha surgido da vontade de deixar tudo diferente e mais interessante. Às vezes, penso em algo que já aconteceu comigo e que me parece tão sem graça, mas basta dar um toque aqui, fazer uma mudança ali e aquele acontecimento passa a ser algo especial, engraçado, surpreendente.

Mas, daí a criar um livro com mais de trezentas páginas, como é? Bem, acho que por exercitar a imaginação e a critividade desde pequena, minha inspiração foi crescendo e se tornando algo da minha rotina. Em um livro, sei que preciso chegar do ponto A ao ponto B, mas este caminho não é uma linha reta, ele faz curvas, sobe e desce e passar por vários lugares. Precisa existir tramas, encontros e desencontros, muita coisa tem que acontecer até o FIM aparecer e, para que o livro não se torne algo chato, cansativo e sem atrativos, haja imaginação!

Já tive ideias para algumas cenas e até a trama central de um livro através das coisas mais simples: uma olhada em um poster de um filme que estava para ser lançado, uma cena de um livro do Harlan Coben, um verso de uma música, um acontecimento que alguém me falou. No final, o que vem na minha cabeça nada tem a ver com estes acontecimentos, mas a partir deles surge uma “luz”, algo que se transforma em uma trama, uma história, personagem ou um lugar. No final, surge o livro todo, inteiro, completo. E quando paro para tentar me lembrar da ideia inicial, de onde veio a inspiração para o romance, normalmente não consigo porque é algo totalmente diferente, que se perde e se mistura com tudo o que pensei, planejei, criei. Só consigo pensar: a inspiração simplesmente existe ali dentro da minha cabeça, só esperando que eu a chame.

Até a próxima semana!

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